19 de outubro de 2020
Sábado, 17 de outubro
Diogo Nogueira lança livro indicado a prêmio
Algumas coisas remetem a momentos marcantes em outras fases da vida - pode ser um perfume, uma música, uma comida. Essa viagem no tempo é o que Diogo Nogueira se permite ao colocar em prática suas habilidades na cozinha. E o rapaz leva tanto jeito que lançou um livro com suas receitas preferidas. Não bastasse isso, Diogo na Cozinha foi indicado ao prêmio Gourmand World Cookbook Awards, a maior premiação internacional de editoração de gastronomia e vinhos do mundo, com sede em Madri.

A indicação na categoria Celebrity Chef - World pegou o sambista de 39 anos de surpresa, afinal a ideia do livro surgiu em um rompante, como uma alternativa para o momento de quarentena. Tudo no momento era novo, as perspectivas para o setor não eram animadoras, o mercado estava estagnado. Era preciso encontrar alternativas para continuar em atividade. "Eu estava em reunião com Anita Carvalho, minha diretora de marketing, para discutir caminhos que a gente poderia seguir durante esse processo de pandemia, quando ela lembrou que eu fiz uma moqueca para ela em uma reunião", conta Diogo. E foi nesse momento que eles levantaram a possibilidade de fazer um livro com receitas que o cantor gosta, que costuma fazer. Daí em diante, foi só selecionar as mais de 20 receitas, que passaram a integrar a obra, lançada em junho de forma online. "Nossa, quando chegou a notícia do prêmio, que tem grandes artistas competindo e estar ali como um artista chef, foi maravilhoso, surpreendente", vibra o músico cozinheiro.

Acostumado a preparar pratos para a família e amigos em casa ou demonstrar sua habilidade enquanto canta em suas lives, Diogo Nogueira conta que começou a lidar com temperos e elaborar receitas desde muito novo. "Às vezes, não tinha funcionário lá em casa e quem tinha de fazer a comida era eu, porque meu pai e minha mãe estavam na rua, ou viajando, então a gente tinha que se virar", recorda Diogo, que guarda momentos afetivos dessa época, principalmente por recordar que, ainda pequeno, ficava observando os pais na cozinha. Puxando pela lembrança, o cantor revela as recordações desses momentos em família e do aprendizado vindo dos pais. "Lembro da minha infância na cozinha cortando quiabo pro meu pai fazer caruru ou então ajudando-o a cortar pimentão, tomate, cebola, para fazer uma bacalhoada no forno, que ele gostava."

Para Diogo Nogueira, foram muitas histórias que influenciaram sua vida, não apenas na cozinha como no gosto pela música. Tornou-se esse sambista, preparado na mesma fôrma que seu pai, João Nogueira. "Tinha muita história, muita conversa que sempre acontecia na cozinha, histórias que meu pai contava, de como ele começou e como foi a vida dele com a música, os primeiros trabalhos", relembra, enfatizando, com orgulho, que o pai fez de tudo, foi vitrinista, office-boy, e que falava sobre isso enquanto cozinhava.

Além de preparar suas receitas, Diogo se diz um cara bom de prato também. "Eu gosto de fazer e gosto de comer, isso é um problema (risos)", conta o sambista, se divertindo com ele mesmo Que tipo de pratos ele gosta? Bem, o rapaz não se faz de rogado e escancara o sorriso para afirmar que gosta mesmo é de fazer pratos fortes, como rabada, moqueca. "Eu gosto de fazer pratos mais pesados. Claro, incluo uma saladinha também, mas gosto de comida de verdade, que dá aquele suadouro (risos)", revela, acrescentando que os preferidos do caderno de receitas são os com frutos do mar, mas não dispensa as massas, arroz, caldo, moqueca, peixada, caldeirada.

Enquanto Diogo canta e prepara as receitas, nas lives ou em casa, suas recordações afloram. Seja no palco ou à beira do fogão, ele diz ter o pai sempre presente. "Guardo todas as coisas boas e ensinamentos que tive oportunidade de pegar do meu pai na minha infância e adolescência." Quando João Nogueira morreu, em 5 de junho de 2000, Diogo tinha 19 anos e teve tempo para aproveitar a relação com o pai. "Carrego ele comigo sempre, principalmente nos shows, aprendi bastante vendo-o no palco cantando, interpretando. Ele está aqui no meu sangue", diz o filho sambista, que não esquece, também, de destacar a importância de sua mãe, Ângela Maria Nogueira, na preservação da memória e da arte de João. "Uma grande guerreira."

Como para Diogo sua história de vida, na profissão e com a família, é positiva, ele passa para o filho, Davi, o mesmo tipo de experiência pessoal e que formatou sua personalidade. "Meu filho adora cozinhar, adora música, arte, sempre que o levo ao show, ele gosta de ficar no palco junto comigo, e assim, as coisas vão passando de um para o outro, da mesma forma que aprendi tudo com meu pai."

Morador do Recreio dos Bandeirantes, no Rio, Diogo se diverte falando sobre o espanto e incredulidade das pessoas com relação à sua versatilidade. "Muita gente duvida se é verdade que eu cozinho mesmo, e isso é uma coisa natural que acontece na minha família: minhas irmãs cozinham superbem, a gente é muito natural no que faz, não tem forçação de barra, por isso que as coisas dão certo", afirma, reforçando que não tem "caô" não. "Quando falo que surfo e pego onda, você pode ir no meu Instagram e ver que eu estou surfando; quando falo que estou cozinhando é porque estou lá e faço de verdade, não tem porque contar mentira."

Esse alto astral e positividade de Diogo Nogueira, que quase seguiu a carreira de jogador de futebol, se reflete em suas lives, que também servem para arrecadar donativos para instituições para tratamento de câncer. "A gente consegue alimentos e dinheiro também para ajudar o pessoal da graxa, que trabalha nos bastidores da música e do teatro, principalmente nesse momento tão complicado em que as pessoas estão passando."

E Diogo retomou sua agenda de lives após se recuperar da covid-19, que teve no final de junho, forçando a interrupção das apresentações via internet. Para o músico, foi um momento bem esquisito, pois, felizmente, não teve sintomas graves, mas foi algo que aconteceu da noite para o dia. "Comecei a ter febre forte e uma desidratação fora do normal, e aí comecei a passar muito mal, tomei só um remédio para a febre, mas, quando acordei no dia seguinte, estava muito mal. Fui para um hospital, me reidrataram, melhorei e voltei pra casa para me manter em quarentena", conta o rapaz, que disse ter ficado tranquilo, pois não precisou ser internado e melhorou bem, mas chegou a ficar sem olfato e paladar.

Animado com a novas perspectivas, o sambista avisa que marcou para o dia 24 o retorno aos palcos. Ele vai se apresentar no Vivo Rio com o show Pra todo Mundo Sambar. Entre as canções do repertório, sua mais nova gravação, Princípio, Meio e Fim (Claudemir da Silva/ Serginho Meriti). "É quase uma oração", afirma Diogo sobre a nova música, que irá incluir no novo DVD a ser gravado e com previsão de lançamento no começo do ano que vem. "Será algo bem solar, alto astral, pra galera sambar bastante, em casa, na piscina ou debaixo da mangueira, do chuveiro."
Sábado, 17 de outubro
Mãe de Cristiano, dupla de Zé Neto, sofre parada cardíaca e está internada

A dupla sertaneja Zé Neto e Cristiano tinha uma live marcada para ontem, 16, às 20h30, mas adiou o evento por causa do estado de saúde da mãe de Cristiano, Zenaide Táparo.

A transmissão ao vivo foi remarcada para domingo, 18, às 20h, e contará com participação de Maiara e Maraisa. O show virtual será exibido nos "canais das duas duplas", segundo a assessoria de imprensa de Zé Neto e Cristiano.

Zé Neto afirmou que, após sofrer uma queda na madrugada de quinta-feira, 15, Zenaide foi levada para um hospital e está internada na unidade de tratamento intensivo (UTI) em São José do Rio Preto. "Ela já vinha de uma cirurgia da coluna e teve algumas complicações maiores. Foi levada para o hospital, lá ela teve uma parada, os médicos reanimaram", relatou o cantor em vídeo publicado no Instagram.

Os cantores estavam em Goiânia e retornaram para o interior de São Paulo para ficar com a família. "Queria pedir orações primeiramente para a dona Zenaide para que ela saia dessa logo", disse Zé Neto. O artista contou que a considera como mãe também.

Sexta-Feira, 16 de outubro
Gusttavo Lima teria traído Andressa Suita com Mallu Ohanna
Segundo informações da jornalista Fabíola Reipert, Gusttavo Lima teria tido um caso com Mallu Ohanna, ex-mulher do jogador de futebol Dudu, do time Al Duhail, enquanto era casado com Andressa Suita  

No programa Balanço Geral, Fabíola contou que Gusttavo e Mallu teriam ficado pela primeira vez na casa do cantor Leonardo, em Goiânia. Depois disso, teriam se encontrado mais quatro vezes. Nas ocasiões, o sertanejo teria dito que já estava separado de Andressa, o que não seria verdade. 

Mesmo após o caso, Gusttavo e Mallu continuariam mantendo contato até hoje.
 
Procurada, a assessoria de imprensa do artista ainda não foi encontrada para comentar a informação.
Sexta-Feira, 16 de outubro
Fernanda Montenegro recebe homenagens pelo 91º aniversário

Fernanda Montenegro completa 91 anos nesta sexta-feira, 16, e diversos artistas e colegas homenagearam a atriz e grande dama da dramaturgia brasileira nas redes sociais. Seu nome ocupou as primeiras posições dos tópicos mais comentados do Twitter.

"Hoje é dia dela. Minha mãe. Feliz 91!", escreveu a também atriz Fernanda Torres. "Fernanda Montenegro é um grande amor da minha vida", escreveu Caetano Veloso, ao lado de diversas fotos com a atriz. "Como uma professora a quem a gente se sente atado no primário. Como uma repentina namorada com quem a gente faz, na adolescência, o que nem tinha tido coragem de sonhar", completou o cantor e compositor.

De acordo com o colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, a atriz vai festejar a data no sítio da família em Secretário, na região serrana do Rio.

Quinta-Feira, 15 de outubro
Justin Bieber reclama de fãs que ficam em frente à sua casa

O cantor Justin Bieber publicou um story no seu Instagram nesta quinta-feira, 15, reclamando de fãs que ficam em volta de sua casa e atrapalham sua privacidade.

"Como vocês convencem a si mesmos que não é completamente inapropriado e desrespeitoso esperar do lado de fora olhando abismados e tirando fotos enquanto entro no meu apartamento?", escreveu.

"Isso não é um hotel. É a minha casa", encerrou Justin Bieber.

Quinta-Feira, 15 de outubro
Após boatos de separação, Marina Ruy Barbosa parabeniza marido pelo aniversário
Marina Ruy Barbosa publicou uma foto ao lado do marido, o piloto e empresário Alexandre Negrão, em meio aos boatos de que estariam enfrentando uma crise no casamento. A atriz compartilhou um clique deles em frente ao espelho para celebrar o aniversário de 35 anos de idade dele, comemorado na última quarta-feira, dia 14.
 
Na legenda, Marina foi direta e apenas escreveu: feliz aniversário, completamento com emojis festivos  

Sem se declarar para o amado, como costumava fazer, Marina surpreendeu ao publicar uma foto com ele após meses sem cliques no Instagram. A última publicação que havia sido feita para ele foi no Dia dos Namorados, celebrado no dia 12 de junho. 
Quinta-Feira, 15 de outubro
Marília Mendonça elogia Murilo Huff em vídeo: Ex mais legal que eu já tive
Marília Mendonça mostrou que não guarda mágoas do ex-namorado e pai de seu filho, Murilo Huff. Na última quarta-feira, dia 14, o cantor completou 25 anos de idade e foi homenageado pela sertaneja com uma declaração bem fofa!
 
Parabéns, Muu! Você é o ex mais legal que eu já tive e o mais folgado também. Muito obrigada por me presentear com o nosso filho e por ser esse cara incrível sempre. Deus abençoe. Beijos, até mais. Tchauzinho!, escreveu ela na legenda do vídeo, que exibe Murilo bebendo em uma garrafa de vinho ao som do funk Que Saudade da Minha Ex.
 
Marília e Murilo estão separados desde julho deste ano e são pais de Léo, de apenas nove meses de vida. Eles anunciaram que estavam juntos pouco antes dela revelar a gravidez do primeiro filho. 
Quinta-Feira, 15 de outubro
Fábio Porchat: Está faltando um programa leve, sem polêmica

Assim como Lady Night, de Tatá Werneck, que, depois de fazer sucesso no Multishow, foi exibido também na TV aberta, Que História é Essa, Porchat?, apresentado por Fábio Porchat no GNT, trilha o mesmo caminho e estreia nesta quinta-feira, 15, na Globo, após o The Voice Brasil. Vão ao ar os melhores momentos da 1ª temporada da atração, exibida no ano passado no canal pago. O grande trunfo do programa são as histórias reais - inusitadas ou deliciosamente nonsense -, contadas por famosos e anônimos, que, durante o relato, são conduzidos com a habilidade e o bom humor de Porchat. Gravada antes da pandemia, com convidados no centro e plateia ao redor, essa temporada trouxe nomes como Regina Casé e Fernanda Torres. No primeiro programa que vai ao ar na Globo, estarão Claudia Raia, Ney Latorraca e Marcos Veras. Enquanto isso, a 2ª temporada está no ar no GNT, em formato para tempos de distanciamento social, com episódios inéditos até 24 de novembro.

Em entrevista ao Estadão Porchat fala dessa estreia na TV aberta e do novo especial de Natal do Porta dos Fundos. No final de 2019, o especial causou polêmica - e a sede da produtora, no Rio, chegou a ser alvo de ataque. Eduardo Fauzi, um dos acusados, foi preso na Rússia. "Já houve mandado de extradição, mas não sei em que pé está isso", diz Porchat.

A 1ª temporada fez sucesso no GNT e vai agora para a TV aberta. Como é ver o programa alcançando um público maior?

É o máximo, porque o programa deu supercerto, foi um sucesso de audiência na TV fechada. A gente ganhou prêmio APCA de melhor programa no ano passado. Fiquei bem feliz de ver que escolhi o caminho certo, em investir nas histórias. Chegando à TV aberta, significa que temos um canhão agora. As histórias chegam aos rincões deste país, porque, afinal de contas, é um número muito pequeno de pessoas que têm TV a cabo, GNT. Acho que está faltando um programa leve, descontraído, sem polêmica, sem nenhum tipo de debate ou discussão. Num momento tão polarizado como este, em que está todo mundo lacrando, dando opinião o tempo todo, acho que o público também quer descansar um pouco, quer também assistir a um programa de histórias e depois ir dormir, leve, feliz. É a primeira temporada, que foi gravada antes da pandemia. Então, tem encontro, tem aglomeração, tem gente junto. Para o público da TV aberta, é um programa original novo, inédito.

Você teve a ideia de extrair as histórias que normalmente fazem sucesso nos talk-shows e transformá-las num programa, certo?

Começou a haver uma série de talk-shows no Brasil e virou uma febre. Fiquei pensando: ‘O que mais gosto no talk-show?’. E o que mais gosto não são as opiniões polêmicas, ou reavivar um assunto que já estava enterrado, e, sim, aquele momento em que a pessoa conta alguma coisa que a gente nunca tinha ouvido ela contar. Quando a gente lembra do Programa do Jô, aquilo que ficava na nossa memória no dia seguinte era aquela história muito engraçada que alguém foi lá e contou. Então, eu quis fazer um programa só com o filé mignon, só com as histórias engraçadas.

No começo, quando você propôs o programa, houve receio?


Todo mundo receou. As pessoas falavam: ‘Vai ser um reality show de histórias?’, ‘Vai ter um game das melhores histórias?’ ‘Você vai interpretar as histórias?’. Eu dizia: ‘Não, gente, é só história, a pessoa contar a história dela’. ‘Mas esse programa é muito simples, só história?’. E eu falava: ‘Simples que é bom’. Mas o GNT comprou de cara. Eu mesmo falei: Vamos fazer um piloto vamos gravar e ver o que acontece. De repente, só na minha cabeça dá certo e ao vivo não dá. A gente gravou um pré-piloto, que nem foi ao ar, só para entender se funcionava, e de cara deu certo. E, de cara, as histórias da plateia deram muito certo. E aí o pessoal já amou.

Você está também no ar com a 2ª temporada do programa no GNT e ali é o formato de quarentena: você no estúdio e as telas fazendo as vezes do público e dos convidados. Como foi adaptar o programa, que é tão da sua proximidade com os participantes?


Foi superdifícil. Fizemos dois pré-pilotos, que não foram ao ar, para entender funcionalidade, mecânica, delay, se daria certo, se não daria. Para fazer só porque tinha de fazer, era muito ruim.

Eu queria fazer uma coisa que mantivesse a essência do programa ali. No fim das contas, o que a gente queria era ouvir as histórias. Mas essas histórias vão ser bem contadas a distância?

Então, a gente fez uma série de testes. Sinto que o resultado foi muito positivo. Mantivemos a ideia original do programa, das pessoas contando histórias. Claro, nada é igual ao formato original que tem tanto frescor. Eu ficava muito mais cansado gravando essa temporada virtual, porque exige muito mais de mim, de atenção, tanto que, no antigo normal, eu gravava dois programas por dia, e neste novo normal gravo um só. Não dá para gravar muita coisa, porque tem que entrar toda a plateia virtual entrar os convidados, aí falha áudio, falha a imagem, aí trava, aí cai, aí a pessoa começa de novo. Então, tem que segurar a energia o tempo todo lá em cima, porque não dá para travar, cair e parar, e começar de novo. Foi todo um trabalho de entendimento desse novo formato. Acho que o fato de eu ter feito tanta live durante a quarentena me ajudou muito a entender essa mecânica do distanciamento.

Vocês já trabalham com a 3ª temporada?

Sim, haverá a 3ª temporada. Agora, a gente só está esperando para entender como ela será. Supostamente seria em março, mas a gente já começa a conversa pensando se espera um pouco mais, para ter o programa no formato original, ou, se não tiver vacina a gente vai ter os convidados presenciais e a plateia virtual. Enfim, a gente está esperando virar o ano para entender como vai ser.

Foi preciso adaptar também o Papo de Segunda, que você está fazendo a partir do estúdio, e com os outros integrantes do programa e convidados a distância. Como chegaram a esse formato?

O Papo foi mais tranquilo, porque é possível se realizar daquela forma. É um programa de opinião. A gente ficou com medo de perder a intimidade que se tem ali, um brincando com o outro, rindo, sacaneando. Acho que isso a gente conseguiu não perder. Não há tanta interferência, mesmo quando a gente está ali ao vivo, porque um dá a opinião dele, depois o outro dá opinião em cima do que ele falou. Acho que a gente se adaptou bem, acho menos drástico, porque a gente depende menos do contato físico.

O Porta dos Fundos é desse universo digital, mas a pandemia também interferiu no processo de vocês. Em quanto?

Mudou completamente. A gente não grava esquetes presenciais desde março, todo mundo gravando em casa. O Porta foi muito rápido nessa percepção do que estava acontecendo. Todo mundo trabalhando muito, mas conseguindo entregar conteúdos originais, diferentes. Mais conteúdos do que a gente costumava entregar. Voltou o Rafael Infante para o elenco, a gente trouxe o Joel (Vieira), com os personagens dele. E aconteceu essa coisa que foi muito louca: a pandemia se deu logo depois da confusão do especial de Natal do ano passado. Então, todo mundo tinha se unido muito, o time tinha se fortalecido muito, e, quando vem uma pandemia dessa, ter um time tão dedicado faz toda a diferença. E o próprio especial de Natal deste ano, a gente já gravou. É o Teocracia em Vertigem, foi uma ideia do Gabriel Esteves. Como a gente não podia contracenar, ele falou: por que a gente não faz um documentário? E a gente parodiou o Democracia em Vertigem (de Petra Costa) e fez o Teocracia em Vertigem, que é a verdadeira história por trás do golpe que levou à crucificação de Jesus, fazendo um paralelo entre a história desde o julgamento de Jesus até a Ressurreição, fazendo um contraponto com tudo o que tem acontecido no País, do impeachment para cá. Então, a gente tem personagens que são contra Jesus, personagens que são a favor, gente falando que foi golpe, que não foi, gente falando: 'tchau, querido', 'temos que estancar a sangria'.

Pelo o que aconteceu no final do ano passado, então, vocês estão preparados para novas ações que queiram tirar vocês do ar, da Netflix, do planeta...

Estamos superpreparados. Este ano, o especial de Natal vai ser no YouTube, exatamente para ter mais acesso, para as pessoas terem mais possibilidade de assistir, porque muita gente falava: 'não tenho Netflix', 'como faz para assistir?’. Então, a gente está lançando no YouTube este ano, para todo mundo poder assistir, vai estar disponível no canal do Porta dos Fundos. A gente lança na primeira semana de dezembro, e estamos preparados como a gente sempre está. A gente recebe críticas desde sempre. Então, isso não é problema. A gente ouve, recebe, aceita e entende, mas a verdade é que o especial de Natal deixou de ser um vídeo do Porta dos Fundos para ser uma luta pela liberdade de expressão. Hoje o especial de Natal do Porta ganhou um peso e um reforço muito grande, e é isso que essas pessoas não entendem: quanto mais pedem para não assistir, mais atiçam a curiosidade das pessoas e mais reforçam a necessidade de haver um conteúdo como esse.

Terca-Feira, 13 de outubro
Andressa Suita diz que foi pega de surpresa com a decisão de Gusttavo Lima

Pela primeira vez desde o término do casamento com Gusttavo Lima, Andressa Suita se manifestou a respeito do episódio em suas redes sociais. Foi através do story de seu instagram pessoal que ela afirmou ter sido pega de surpresa com o pedido de divórcio pelo, agora, ex-marido.

Sem nenhuma motivo, segundo ela, o cantor sertanejo declarou sua vontade durante a madrugada, o que tornou ainda mais inesperada a decisão.

"Oi, gente, eu precisava vir aqui falar um 'oi' com vocês, né? Mas foi necessário eu ficar um pouco distante para assimilar tudo que estava acontecendo, tudo que está acontecendo. Assim como para vocês, pra mim também foi um choque", disse na postagem na manhã de hoje.

A modelo ainda lamentou que não teve oportunidade de "tentar salvar seu casamento", pois foi comunicada pelo cantos sem abertura para mais. Mesmo sem esperar a decisão, Andressa comicou seus seguidores que está bem e seguirá sua vida pelo bem dos dois filhos Gabriel, 3, e Samuel, 2.

"Eu sempre fui um livro aberto, eu sempre compartilhei aqui com vocês o que era real, o que eu achava que era real. E não era um conto de fadas, tinha alguns problemas como qualquer outro casal, mas nada a ponto de separar. O que me restou foi aceitar, não que eu esteja de acordo, mas eu não tive outra escolha. Eu vim aqui falar com vocês, porque minha vida precisa continuar, eu preciso cuidar do que eu tenho de mais especial na minha vida, que são os meus filhos, e cuidar de mim também. Eu vou seguir por eles e para eles", afirmou.

Segunda-Feira, 12 de outubro
Fernanda Lima posta foto com filhos: 'um viva à pureza das Crianças'

Fernanda Lima aproveitou o Dia das Crianças, comemorado nesta segunda, 12 de outubro, para postar uma foto ao lado de seus três filhos, os gêmeos João e Francisco, de 12 anos, e Maria Manoela, que vai completar um ano de vida, fruto de seu relacionamento com Rodrigo Hilbert.

"Um viva à pureza das crianças! Que eles consigam construir um mundo mais justo e mais amoroso", escreveu a apresentadora, marcando o marido na postagem.

Carolina Dieckmann elogiou a foto: "que lindos". A modelo Gisele Bündchen também escreveu um comentário: "Não há amor maior".
,

Domingo, 11 de outubro
Marina Ruy Barbosa e Alexandre Negrão enfrentam crise no casamento
Marina Ruy Barbosa e Alexandre Negrão estariam enfrentando uma crise no casamento segundo o jornalista Erlan Bastos, que apresenta o Balanço Geral Ceará, da Record TV. Em vídeo no YouTube, ele revelou que o fim da relação já é dada como certa entre os mais próximos ao casal.
 
A assessoria de imprensa da atriz negou a informação, se limitando a dizer que não procede. 

Erlan ainda revelou que um possível desgaste na relação seria o motivo da crise. Ele ainda entregou que a assessoria da atriz explicou para ele que Marina pode ter sido vista sem aliança por causa do trabalho. Isso porque, a ruiva prefere tirar as alianças para gravar as campanhas publicitárias que realiza, mas que depois volta a colocar a joia no dedo.

O casal subiu ao altar em outubro de 2017. Neste ano, ela não fez qualquer menção ao aniversário de casamento nas redes sociais, como aconteceu ano passado, em que publicou a foto acima e se declarou ao amado. 
Domingo, 11 de outubro
Claudette Soares lança álbum com canções de Maysa e promete Live no fim do mês

 Na noite de 30 de agosto de 2018, Claudette Soares já estava pronta para subir ao palco do Teatro Itália, na região central de São Paulo, para fazer uma única apresentação de um show em homenagem à cantora e compositora Maysa (1936-1977) quando seu produtor Thiago Marques Luiz disse duas palavras que costumam colocar em pânico grandes artistas, mesmo depois de décadas de carreira: "vou gravar". "Eu quase morri do coração", diz hoje, aos risos, Claudette. Para quem não é músico ou cantor, parece difícil entender. Mas, para eles, show é show e gravação é gravação. O resultado desse "susto" chega agora às plataformas digitais e em CD, no álbum Claudette Soares Canta Maysa, pela gravadora Discobertas.

O medo acabou quando as cortinas abriram e ela, sentada em um banco bem alto ao lado do piano, deu de cara com uma plateia lotada. Quando o trio que acompanhava tocou os primeiros acordes de Demais (Tom Jobim e Aloysio de Oliveira), gravada por Maysa, Claudette já sabia muito bem o que fazer com as 15 canções do roteiro. Em vez de "morrer do coração", fez renascer um repertório que ela sempre teve vontade de cantar.

"Eu estudo muito antes de fazer um trabalho. Uso a noite e a madrugada para decorar as letras. Esse frio na barriga que dá é a responsabilidade que tenho com o público de fazer sempre o melhor. Se é um disco ao vivo, tem que ser perfeito. Tem artista que faz um ao vivo de mentirinha, coloca voz em estúdio depois. Eu não gosto de fazer dessa maneira", explica a cantora.

Quatro canções escritas por Maysa fazem parte do repertório: Meu Mundo Caiu, grande sucesso de 1958; Resposta; Tema de Simone, de 1971; e Ouça, outro grande hit do segundo LP de Maysa - uma composição de amor próprio, um pensamento que poucas mulheres ousavam externar à época. A direção musical é do pianista Alexandre Vianna, que tem a companhia de Rafael Lourenço na bateria e João Benjamim no baixo acústico.

De outros compositores, há músicas como Eu Não Existo Sem Você, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes; Eu e a Brisa, de Johnny Alf; Chão de Estrelas, de Silvio Caldas e Orestes Barbosa; e o bolero La Barca, de Roberto Cantoral. "La Barca foi o único ponto de discordância entre mim e meu produtor. Mas resolvi encarar", diz a Claudette, pelo fato de a letra ser em espanhol.

Amizade
Claudette e Maysa foram amigas. Conheceram-se nas esfumaçadas boates cariocas que tocavam bossa nova entre o fim dos anos 1950 e o começo dos anos 1960. A amizade se estreitou quando Maysa começou a namorar o jornalista e compositor Ronaldo Bôscoli (1928-1994), o mesmo que sugeriu que Claudette trouxesse a bossa nova para São Paulo quando o círculo do banquinho e violão ficou restrito a poucos artistas no Rio. Maysa costumava ir ao Juão Sebastião Bar só para ver Claudette cantar Primavera, um de seus sucessos.

A despeito do que falam sobre a personalidade forte de Maysa, Claudette diz que a amiga era meiga e com olhos verdes que ela jamais viu. "Ela era linda, alta, com aqueles olhos enormes. Se eu fosse a Maysa, ficaria tão metida que não olhava na cara de ninguém", brinca. Claudette tem pouco mais de 1,50 m de altura; Maysa tinha 1,70 m.

"Teve um dia que ela tirou as sandálias, colocou-as nos dedos da mão e disse: ‘baixinha, vamos entrar assim na boate. Amanhã vão escrever nos jornais que eu estava tão bêbada que tive que tirar os sapatos’. E não deu outra. Havia esse folclore em torno dela, mas eu nunca a vi bêbada no palco", diz Claudette, que namorou o irmão de Maysa, Cibidinho Monjardim, por quase três anos.

Claudette diz que o tributo à amiga veio a seu tempo, assim como tudo o que ocorreu em sua carreira, que já soma mais de 60 anos. Começou cantando ainda menina em programas de rádio. Depois, ganhou o título de Princesinha do Baião, ajudou a inaugurar a bossa nova, caiu no balanço de temas escritos especialmente para ela por nomes como Toquinho e Jorge Ben Jor até chegar ao sucesso com a romântica De Tanto Amor, de 1971, que Roberto e Erasmo lhe confiaram para gravar. "Tudo o que fiz na vida foi cantar. Não fiz outra coisa."

Live de aniversário
Quando a pandemia paralisou as atividades culturais em março, Claudette vinha de três anos de intensa atividade artística. Em 2017, lançou o elogiado álbum Canção de Amor, com repertório inspirado no livro A Noite do Meu Bem, do jornalista Ruy Castro. Em 2018, festejou 60 anos de bossa nova ao lado da amiga Alaíde Costa. No ano passado, lançou um disco com canções do compositor Silvio Cesar e, no começo do ano, ao lado de Eliana Pittman e Doris Monteiro, gravou As Divas do Sambalanço, que traz músicas cheias de suingue, como Baiãozinho e Samba Toff.

Além desses projetos, Claudette também apresentava o Baile da Claudette, que colocava o público para dançar ao som de sucessos como Que Maravilha, Lança Perfume e Baba, de Kelly Key. "Quando voltar, vou colocar Show das Poderosas, da Anitta. Aliás, eu já fui Anitta, né?", diz, em referência ao figurino com minissaias que usava nos anos 1960.

A cantora diz que reagiu bem a esse período de férias forçadas. "Não dou lugar para a tristeza, para a depressão. Gosto da vida " Para marcar sua volta - ainda longe dos palcos -, Claudette fará sua primeira live em 31 de outubro, quando completa 85 anos Na apresentação, que será patrocinada por um amigo, ela será acompanhada pelo pianista Alexandre Vianna e ganhará de presente a participação dos cantores e amigos Alaíde Costa e Ayrton Montarroyos, que participa do CD em homenagem a Maysa em Por Causa de Você (Antonio Carlos Jobim e Dolores Duran). No repertório, músicas do álbum dedicado a Maysa, canções de Silvio Cesar e outras bossas.

Claudette já está de olho no futuro. Entre seus desejos estão um disco dedicado às canções de Roberto Carlos e uma nova versão do álbum Gil, Chico e Veloso por Claudete, de 1968. "É como sempre digo: minha maior vingança é estar viva", brinca.

Domingo, 11 de outubro
Bruna Marquezine diz que se arrepende de ter insistido muito em namoros passados
Discreta em relação à vida amorosa desde que terminou o namoro com Neymar Jr., Bruna Marquezine resolveu abrir o coração ao falar sobre o assunto durante resposta aos seguidores em vídeo do canal no YouTube de Giovanna Ewbank, que está de licença maternidade e cedeu o espaço para os os amigos famosos
Questionada sobre ter se arrependido de algum relacionamento, Bruna, com um sorriso no canto da boca, afirmou que não tem arrependimentos, mas aprendizados:
 
- Olha, não. Eu não me arrependo de nenhum namoro. Eu conheci pessoas incríveis, pessoas que eu cultivo um carinho gigantesco. Eu aprendi muito e até as coisas que eu poderia dizer que eu me arrependo, enfim, elas serviram como aprendizado.
 
Ela ainda completou dizendo que por causa dos ex-namorados agora sabe o que não deseja em um companheiro futuro, poderando ao dizer que apenas se arrependeu de ter insistido em alguns relacionamentos, sem revelar quais foram: 
 
- Uma coisa muito boa é que hoje eu sei o que não quero em um relacionamento, o que eu não aceito em um parceiro, o que não me faz bem, o que eu sei que desperta a minha pior versão. Eu não me arrependo. Só me arrependo de ter insistido muito em alguns.

Bruna, que namorou Neymar entre idas e vindas de 2013 a 2018, ainda disse que está solteira, apenas vivendo de ilusões amorosas: 

 - Não tem contatinho, não tem nada. Só minhas ilusões. Lugar de trouxa é meu lugar de fala! Eu estou muito bem sozinha!!, disse
Domingo, 11 de outubro
Angélica estreia Simples Assim e promete emocionar espectador

A apresentadora Angélica volta ao ar nas tardes da TV Globo a partir deste sábado, 10, às 15h. Com o programa Simples Assim, ela promete emocionar o espectador com histórias de resiliência, mostrando as adversidades da vida e como as pessoas, conhecidas ou anônimas, deram a volta por cima.

"Vi de perto o Simples Assim nascer, como vocês podem imaginar. Ter ideias não é o mais difícil, o mais difícil é tirá-las do papel. Por isso (e por outras tantas razões), tenho enorme orgulho desta mulher madura, inteligente, sensível e linda, que não se deixou cair nas armadilhas de uma vida alienada. Pelo contrário. Angélica é hoje pra mim um exemplo de mulher que tem os pés firmemente fincados no chão da realidade. Muito sucesso, meu amor. Você e seus milhões de fãs merecem", escreveu no Instagram.

Angélica respondeu nos comentários: "Obrigada, meu amor, por estar comigo em todos os momentos , inspirando e apoiando".

No perfil oficial no Instagram, Angélica publicou um vídeo para os seguidores conhecerem um pouco mais sobre o Simples Assim, que era para ir ao ar em abril, mas teve de ser adiado por causa da pandemia do novo coronavírus.

"O primeiro episódio será neste sábado, dia 10 de outubro: o Dia Mundial da Saúde Mental. Coincidência? O programa é sobre a busca de uma vida mais leve, mais equilibrada e mais plena de significado. E, claro, sobre aproveitar o caminho. Com tudo que aconteceu nesse tempo, talvez o Simples Assim seja muito mais importante hoje do que em abril. Adiar a estreia em seis meses não estava nos planos. Mas, de alguma maneira, o universo vai colocando as coisas no lugar certo", escreveu Angélica.

Sexta-Feira, 09 de outubro
Morre o ator Cecil Thiré, aos 77 anos

Filho único da união entre a atriz Tônia Carrero e o artista plástico Carlos Arthur Thiré, Cecil Thiré morreu enquanto dormia nesta sexta-feira, 9, em sua casa no bairro do Humaitá, no Rio. Tinha 77 anos e há tempos sofria os efeitos do mal de Alzheimer. Além de ator e diretor de teatro, cinema e televisão, foi também professor de interpretação. No imaginário dos telespectadores, será sempre lembrado como o assassino na novela de Sílvio de Abreu, A Próxima Vítima.

O nome foi uma homenagem ao avô, o professor Cecil Thirté, que foi parceiro do lendário Malba Tahan na escrita de seus livros sobre matemática. Jovem e belo, estudou teatro com Adolfo Celi, com quem sua mãe foi casada entre 1951 e 1962, mas ao seguir carreira foi visto durante muito tempo apenas como o filho da grande estrela Tônia Carrero. O próprio Cecil era o primeiro a admitir que foram necessários muitos anos de análise para se assumir como ator, incluindo contracenando com Tônia.

Cecil estreou no cinema aos 9 anos, num papel de Tico-Tico no Fubá, clássico da Vera Cruz dirigido por Celi e interpretado por sua mãe e Anselmo Duarte. Atuou em mais de 20 filmes. Foi assistente de direção de Ruy Guerra no clássico Os Fuzis, de 1964. Dirigiu o curta Os Mendigos e os longas O Diabo Mora no Sangue e O Ibrahim do Subúrbio, esse último em parceria com Astolfo Araújo, cada um responsável pelo seu episódio (eram dois). Em 1971, estreou como diretor de teatro com a montagem de um grande texto de Henryk Ibsen, Casa de Bonecas. Em 1975, ganhou o Prêmio Molière pela direção de A Noite dos Campeões, de Jason Miller. Em 1984, abandonou palco e tela para se tornar professor de interpretação, mas dez asnos depois voltou à ativa com três montagens seguidas. Era considerado um gentleman, mas seus maiores sucessos em novelas iam contra essa imagem. Estourou em Roda de Fogo, como o vilão gay Mário Liberato e, anos depois, de novo caiu no gosto do público como o assassino Adalberto Vasconcelos, de A Próxima Vítima.

Na Globo, ainda dirigiu os humorísticos O Show do Gordo e Zorra Total. Em 2006 saiu da emissora e foi ser ator e diretor na Record, da qual saiu em 2014. Entrou na Justiça contra a emissora, num processo por direitos trabalhistas, e venceu. Casou-se três vezes e teve quatro filhos. Uma de duas últimas aparições em público foi em 2018, quando assistiu, visivelmente abalado, à cremação do corpo de sua mítica mãe.

Fim dos Posts

Nenhuma página para carregar

Próxima página