Sexta-Feira da Paixão tem teatro e procissão; confira programação

Franca Local A- A+ 29/03/2013 Autor(a): Bruno Piola Função: Repórter Foto(s): Dirceu Garcia/Comércio da Franca
Sexta-Feira da Paixão tem teatro e procissão; confira programação

Monsenhor José Geraldo Segantin presidiu missa do Lava-pés quinta-feira na Catedral; celebrações continuam nesta sexta e sábado

As celebrações religiosas da Semana Santa continuam nas paróquias da cidade na Sexta-Feira da Paixão. Neste dia, os cristãos relembram o julgamento, paixão, crucificação e morte de Jesus Cristo.

Um dos eventos mais tradicionais da cidade é o teatro da Paixão do Senhor, que acontece desde a década de 1970 na Paróquia São Judas Tadeu. Hoje, a encenação acontece às 8h30, no salão da Paróquia, na Vila Nova. “Vamos apresentar a Paixão de uma forma um pouco diferente este ano. Por nossa paróquia ser franciscana, São Francisco vai narrar a história”, revela um dos coordenadores do teatro, o técnico em raio-x Ítalo Silva, 29. Ao todo, o espetáculo envolve o trabalho de 60 pessoas.

Outras paróquias da cidade também deverão realizar suas próprias vias sacras, como a Catedral, às 10 horas; a Nossa Senhora Aparecida (Capelinha), às 11 horas; a São Sebastião, às 15 horas; a Nossa Senhora das Graças, às 19 horas; e a Santa Luzia, às 20 horas.

“A Sexta-Feira é um dia de jejum e de abstinência de carne, porque nós nos lembramos do corpo de Jesus, que se entregou completamente, até a última gota de sangue e água. A celebração da Paixão do Senhor acontece sempre às 15 horas no mundo inteiro, porque é a hora que a Sagrada Escritura diz que Jesus morreu para nos salvar”, explicou o monsenhor José Geraldo Segantin, pároco da Catedral e atual administrador da diocese de Franca.

Outro importante ponto da Sexta-feira da Paixão é a Procissão do Senhor Morto, ou da Cruz Gloriosa de Jesus, que também acontece em várias paróquias em horários variados. Na Catedral, por exemplo, ela acontece às 19 horas; na São Sebastião, às 15 horas; na Capelinha, às 18 horas; e na São Judas Tadeu, às 19h30.

No Sábado Santo, a principal celebração da Semana é a Vigília Pascal, e, no domingo, algumas paróquias realizam, de madrugada, a Procissão da Ressurreição. De acordo com Segantin, o Domingo de Páscoa é o dia mais importante do calendário cristão. “Se nós não tivéssemos a ressurreição de Jesus, ele seria mais um personagem comum da história. Filho de Deus, o próprio Deus entre nós, Ele morreu, foi sepultado, mas Deus o ressuscitou, ou seja, uma vida nova voltou a Ele”, afirmou.

Outra tradição realizada há anos na cidade é a queima do Judas. A mais antiga delas é a realizada pelo prestador de serviços financeiros Thomaz Tardivo, 84, que organiza o evento há 58 anos. A cada ano, ele escolhe uma personalidade para ser o Judas; a deste ano é o deputado federal José Genoíno (PT), condenado por corrupção ativa e formação de quadrilha no julgamento do mensalão. A queima ocorre neste sábado, ao meio-dia, em frente ao Clube dos Bagres, na Estação.

SERVIÇOS
Nesta sexta-feira, não há atendimento nas agências bancárias da cidade nem na Prefeitura. Os estabelecimentos voltam a abrir as portas normalmente na segunda-feira, 1º (veja quadro nesta página).

1 Comentário

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    Olha a diferença da foto da entrevista, e a semelhança do gesto do Papa Francisco (beijando os pés dos presos em Roma), nosso Monsenhor não se dá ao trabalho de nem se abaixar!!!! Será que é preguiça? Não sei se é, mas sem dúvida deixa bem claro que o gesto realizado por ele diferentemente do Papa Franciso, não é natural, não é expontâneo, mostrando que este Monsenhor é o reflexo da velha igreja em contraponto com o Papa Francisco que é o ideal de igreja que todos desejam até mesmo os não católicos!!!! Monsenhor, doe seus bens, renuncie ã vaidade e se liberte de você mesmo!!!!!

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