Uma coisa é inegável: a criatividade do ser humano não tem limite. Prova disso é o jovem egípcio Gamal Ibrahim, que batizou sua filha, que nasceu há poucos dias, como Facebook. Isso mesmo, a garota tem o nome da rede social que mais cresce no mundo. A justificativa do pai da garota foi que o papel que a página de relacionamentos desempenhou na revolução do país que depôs, o presidente Hosni Mubarak, foi fundamental.
O Facebook (o site, não a menina) tinha até a manhã de hoje 32 mil grupos e 14 mil páginas criadas em apoio às manifestações no Egito. A rede social foi também o principal ponto de encontro virtual dos manifestantes para combinar ações estratégicas.